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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Eu amava quem você era

"Como vislumbrei possibilidade
De em teu amor viver felicidade
Se de mim, cruel, te apartavas?"
Veredas - Armando Paolineli


    Que confusão cruel na qual me encontro agora! Insensato amor que se entregou por um desvaneio da paixão, cujo sentimento você deixou perder-se com o tempo. E voou como uma triste e solitária folha no vento...
    E quanto mais eu tento entender o que acontece, minha carência a você me remete, acabando por me perder novamente em teus braços. Lutando contra minhas dúvidas, estou neste momento, parte de mim fala de amor e outra de saudade. Saudade essa que não fora deixada pela despedida, mas sim, pela chance que não tive de dizer adeus. Despedir-me do que um dia me foste, dizer adeus a quem me cativou como uma única rosa em meio a um roseiral inteiro.
   Não direi que não te amo, porque seria hipocrisia, e como a abomino, direi simplesmente que te quero! Desejo-te assim, simplesmente para mim, por favor diz que volta porque de finais tediosos eu já estou farta...


Ludimila do Nascimento Bassan
(O olho que tudo vê)

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"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las".
(Voltaire)