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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Por Querer-te

Quando pensamos que tudo acabou
A vida dá uma oportunidade para o recomeço
Mesmo crendo eu que nada disso mereço
Findo-me encarando quem realmente sou
Por diversas vezes fingi ser forte
Em silêncio tracafiei-me em uma muralha
Implorando muito pouco, quase migalha
Fui lançado à vontade da própria sorte
No momento em que menos esperava
Alguém apareceu em meio ao que é vida
E estando eu presa, sem qualquer saída
Obrigada pelas circunstâncias, já o adorava
Como se fosse em um dia qualquer
Tive que ouvir a fatídica palavra ADEUS
Então sozinha, silenciosa com os pensamentos meus
Fiz mil planos como se já fosse uma mulher
Logo, fui acordada por algum ser
Com uma certa incerteza de alguém que ama
E que para viver esse amor, clama
Mas como não há nada a fazer
Faço do teu querer, meu querer
 Ludimila do nascimento Bassan

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"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las".
(Voltaire)