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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Por Querer-te

Quando pensamos que tudo acabou
A vida dá uma oportunidade para o recomeço
Mesmo crendo eu que nada disso mereço
Findo-me encarando quem realmente sou
Por diversas vezes fingi ser forte
Em silêncio tracafiei-me em uma muralha
Implorando muito pouco, quase migalha
Fui lançado à vontade da própria sorte
No momento em que menos esperava
Alguém apareceu em meio ao que é vida
E estando eu presa, sem qualquer saída
Obrigada pelas circunstâncias, já o adorava
Como se fosse em um dia qualquer
Tive que ouvir a fatídica palavra ADEUS
Então sozinha, silenciosa com os pensamentos meus
Fiz mil planos como se já fosse uma mulher
Logo, fui acordada por algum ser
Com uma certa incerteza de alguém que ama
E que para viver esse amor, clama
Mas como não há nada a fazer
Faço do teu querer, meu querer
 Ludimila do nascimento Bassan

Eu não vim pra me explicar

"Eu não vim pra me explicar, eu vim pra CONFUNDIR"

    É engraçado e estranho quando as pessoas se esforçam para compreender meus pensamentos, às vezes eles parecem tão claros e óbvios até mesmo para um desconhecido. É como diria a frase: o pior cego é aquele que não quer ver!  Por isso a postagem será somente essa, um parágrafo de 8 linhas no máximo, que é pra testar a capacidade das pessoas de compreenderem o que eu quis dizer com algumas postagens anteriores. Essa será a última postagem destinada a você, contente-se com isso!

Feliz após uma semana NO STRESS!

Cativa-me


"Que planeta engraçado!(...). É todo seco, pontudo e salgado. E os homens não têm imaginação(...) No meu planeta eu tinha uma flor e era sempre ela que falava primeiro."

O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry

    Sendo o Pequeno Príncipe dono de seu infinito particular, fora concedido a ele autoridade sobre seu território e tudo o que nele se encontrava. O princepezinho era adepto à liberdade, odiava a sensação de estar preso e muito menos de ter que prender alguém. Cansado de andar sempre em linha reta, decidiu arriscar nas curvas, é claro que são elas que mudam o sentido e a direção de onde pretendemos ir, colocando dessa forma um ponto final no metodismo consagrado.
    Ele cultivou uma rosa, a qual estaria exposta a todos os perigos enquanto ele permanecesse fora, porém quando estavam juntos, o Pequeno Príncipe parava para escutá-la, apesar de ser apenas mais uma rosa em meio a tantas outras como ela espalhadas pelo mundo. Para ele sua rosa era singular, tanto na essência como existência. Ela fazia parte de uma sociedade composta por um carneiro em uma caixa, um pequeno vulcão inativo, um príncipe curioso e uma rosa. A flor era parte do sistema, portanto teria voz ativa a qualquer momento para um bem coletivo e democrático. Além disso todos os indivíduos completavam-se em uma ajuda mútua de diversas maneiras para que o pequeno asteróide funcionasse em perfeita harmonia.
    A rosa sofria com a ausência do príncipe, bem como o menino se enchia de preocupações com a rosa sozinha e exposta ao perigo, ambos possuiam a necessidade de proteger uns aos outros.
    O Pequeno príncipe não estabelecia regras e muito menos imposições aos habitantes de seu território. Todos os indivíduos contribuiam para o bom funcionamento das atividades do local habitado. Ninguém sentia-se explorado porque conheciam-se tão bem a ponto de realizar as tarefas pelo amor que sentiam uns pelos outros, fazendo de seu trabalho algo prazeroso e estimulante, o pagamento recebido por seus esforços era um sorriso na face do seu próximo.


Há situações em que se faz necessário SILENCIAR e sentir...


Ps: "vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém . Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a 100 000 outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela é agora única no mundo!"

POR FAVOR CATIVA-ME

Ludimila do Nascimento Bassan